quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Dia "Eu devo ser a pessoa mais sortuda do mundo"[e a mais estupida também]
Na noite anterior ao grande dia, combinamos encontrar-nos no Hotel onde estavam hospedados os outros participantes [gente da terra nem tem direito a jantar sequer]. A A.G. chegou cedo e entrou de imediato. O R. não ia aparecer. Eu e o I. tínhamos combinado encontrar-nos porque ele não conhecia bem o local.
Ora acontece que eu também não. O hotel tem vários edifícios e eu devo ter estado lá umas 2 vezes e isto sempre durante o dia.
E apesar de já toda a gente ter percebido o que realmente aconteceu, eu explico.
Eu e o I. perdemo-nos. No exterior de um hotel. Em vez de virarmos à esquerda[apesar de ele o ter sugerido], seguimos em frente. Estava eu perdida de riso... Completamente... E ele a levar a situação normalmente quando surgiu a ideia... Vamos ligar à A.G.
Apesar de eu repetir - Ela vai-nos matar- ligámos.
AG- Onde é que vocês estão? Estão a demorar imenso tempo!
G.- Ah... Estamos meios perdidos... Ao pé da piscina...
AG- Vocês o quê? Tens dois minutos para chegar à minha frente.
I - Que e q ela disse?
G- Temos dois minutos para chegar ao pé dela
I- Deu indicações?
G.- Neps
Lá seguimos um carro e chegamos ao edifício principal do hotel, onde uma AG furibunda nos esperava.
Se eu podia viver com sentido de orientação afinado?
Podia, mas não teria a oportunidade de passear ao luar [LOOL] nem de fazer figuras tristes[eu faço, ele fica a ver] com o I [aka DG]
Ora acontece que eu também não. O hotel tem vários edifícios e eu devo ter estado lá umas 2 vezes e isto sempre durante o dia.
E apesar de já toda a gente ter percebido o que realmente aconteceu, eu explico.
Eu e o I. perdemo-nos. No exterior de um hotel. Em vez de virarmos à esquerda[apesar de ele o ter sugerido], seguimos em frente. Estava eu perdida de riso... Completamente... E ele a levar a situação normalmente quando surgiu a ideia... Vamos ligar à A.G.
Apesar de eu repetir - Ela vai-nos matar- ligámos.
AG- Onde é que vocês estão? Estão a demorar imenso tempo!
G.- Ah... Estamos meios perdidos... Ao pé da piscina...
AG- Vocês o quê? Tens dois minutos para chegar à minha frente.
I - Que e q ela disse?
G- Temos dois minutos para chegar ao pé dela
I- Deu indicações?
G.- Neps
Lá seguimos um carro e chegamos ao edifício principal do hotel, onde uma AG furibunda nos esperava.
Se eu podia viver com sentido de orientação afinado?
Podia, mas não teria a oportunidade de passear ao luar [LOOL] nem de fazer figuras tristes[eu faço, ele fica a ver] com o I [aka DG]
Dia "Eu devo ser a pessoa mais sortuda do mundo" #2
Para além de termos conseguido o essencial, conseguimos um bónus. Ele é eleito porta-voz. He is the guy and it's our guy.
Contudo ganhamos uma batalha, mas a guerra ainda não acabou. Falta-nos outra prova, mais dura, que nos poderá levar muito longe.
Os nervos são imensos e por momentos esqueço-me de quem sou e do que já consegui. Vou para a tribuna, com os nervos à flor da pele, mas tudo corre razoavelmente bem. A primeira parte e aquele que eu considerava mais fácil acabou. Passamos à temida fase das perguntas e aí, eu e o outro ele brilhamos. E não estou a ser irrealista. Brilhamos mesmo, sabendo responder [ele com sentimentalismos e eu com a mestria aprendida nas aulas de filosofia] perante adversários que na maioria das vezes não se dignaram a responder.
Intervalo - O júri delibera.
Já passou tudo, é hora de rir, de brincar e de exteriorizar os nervos e toda a pressão porque já passou. Rimos a bandeiras despregadas e a prof. Q proclama que se não conseguirmos, não voltamos a participar.
O júri volta.
Depois de umas breves palavras que nunca o são para quem espera ansiosamente pelo resultado, eis que ele é dito, do fim para o principio. No 2º classificado, percebemos que aquela designação não é a nossa e limitamo-nos a sorrir uns para os outros sem qualquer tipo de festejos, somente à espera que o resultado seja oficial.
Acabou. Saímos. Rimos. Brincamos.
Só me apetece dançar. Ganhamos tudo o que havia de importante para ganhar, tudo o que era passível de acontecer. A felicidade é tanta que era capaz de percorrer a avenida a saltar.
Não me sinto no topo do mundo. Sinto-me no expoente máximo de felicidade.
'PJ e EE 2010, Nós vamos!'
Contudo ganhamos uma batalha, mas a guerra ainda não acabou. Falta-nos outra prova, mais dura, que nos poderá levar muito longe.
Os nervos são imensos e por momentos esqueço-me de quem sou e do que já consegui. Vou para a tribuna, com os nervos à flor da pele, mas tudo corre razoavelmente bem. A primeira parte e aquele que eu considerava mais fácil acabou. Passamos à temida fase das perguntas e aí, eu e o outro ele brilhamos. E não estou a ser irrealista. Brilhamos mesmo, sabendo responder [ele com sentimentalismos e eu com a mestria aprendida nas aulas de filosofia] perante adversários que na maioria das vezes não se dignaram a responder.
Intervalo - O júri delibera.
Já passou tudo, é hora de rir, de brincar e de exteriorizar os nervos e toda a pressão porque já passou. Rimos a bandeiras despregadas e a prof. Q proclama que se não conseguirmos, não voltamos a participar.
O júri volta.
Depois de umas breves palavras que nunca o são para quem espera ansiosamente pelo resultado, eis que ele é dito, do fim para o principio. No 2º classificado, percebemos que aquela designação não é a nossa e limitamo-nos a sorrir uns para os outros sem qualquer tipo de festejos, somente à espera que o resultado seja oficial.
Acabou. Saímos. Rimos. Brincamos.
Só me apetece dançar. Ganhamos tudo o que havia de importante para ganhar, tudo o que era passível de acontecer. A felicidade é tanta que era capaz de percorrer a avenida a saltar.
Não me sinto no topo do mundo. Sinto-me no expoente máximo de felicidade.
'PJ e EE 2010, Nós vamos!'
Dia "Eu devo ser a pessoa mais sortuda do mundo" #1
Quando na noite anterior, um palhaço ocupa um lugar que deveria estar destinado a alguém muito competente e quando esse alguém competente é nosso, não entendemos este facto como um bom presságio.
Chegamos pouco confiantes mas cheios de vontade de brilhar. E ele brilha numa apresentação de 20 valores. Ela brilha numa intervenção e eu brilho noutra. A confiança aumenta contudo o tempo acabou. Resta-nos ficar sentados a ouvir os outros e esperar que ao almoço consigamos estabelecer laços que nos tragam votos.
Ao almoço convivemos, rimos e regressamos para a 'Casa da Autonomia' os 3, eu à esquerda e ela à direita, de braço dado com ele, fingindo rir com qualquer coisa quando na realidade estamos a planear as estratégias para a tarde.
À tarde, corre melhor do que se esperava mas deixamos de ter esperança. Acabou pensamos nós. Não conseguimos. Contudo, uma surpresa nos aguarda. E os resultados chegam-nos, talvez não da maneira mais ética, e eu sorrio tentando conter a alegria, a emoção e a adrenalina.
Conseguimos.
Chegamos pouco confiantes mas cheios de vontade de brilhar. E ele brilha numa apresentação de 20 valores. Ela brilha numa intervenção e eu brilho noutra. A confiança aumenta contudo o tempo acabou. Resta-nos ficar sentados a ouvir os outros e esperar que ao almoço consigamos estabelecer laços que nos tragam votos.
Ao almoço convivemos, rimos e regressamos para a 'Casa da Autonomia' os 3, eu à esquerda e ela à direita, de braço dado com ele, fingindo rir com qualquer coisa quando na realidade estamos a planear as estratégias para a tarde.
À tarde, corre melhor do que se esperava mas deixamos de ter esperança. Acabou pensamos nós. Não conseguimos. Contudo, uma surpresa nos aguarda. E os resultados chegam-nos, talvez não da maneira mais ética, e eu sorrio tentando conter a alegria, a emoção e a adrenalina.
Conseguimos.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Isto é mesmo importante!
A todos os possiveis leitores deste pobre blog, visitem este site!
Eu bem queria poder fazer os testes para dadora mas infelizmente ainda não tenho 18 anos.
A miuda tem os olhos azuis mais brilhantes!
Eu bem queria poder fazer os testes para dadora mas infelizmente ainda não tenho 18 anos.
A miuda tem os olhos azuis mais brilhantes!
domingo, 28 de março de 2010
Prometo!
Escrevo qualquer coisa de jeito amanha.
Mas hoje não. Depois de duas noites geladissimas... Só quero fechar os olhos agarrada ao meu edredon.
Vida de escuteiro é pedinchar e 'rapar' frio.
Mas hoje não. Depois de duas noites geladissimas... Só quero fechar os olhos agarrada ao meu edredon.
Vida de escuteiro é pedinchar e 'rapar' frio.
quinta-feira, 25 de março de 2010
...
Tenho tanta coisa sobre que escrever...
Vitórias, sentimentos, sensações, tolices, paixões, contemplações...
Mas não consigo. Quero escrever e descrever tudo e guardar para a posterioridade. Mas na altura certa. Quando a euforia já tiver passado e eu tenha discernimento suficiente para escrever tudo em condições. Vale a pena guardar tudo o que aconteceu.
Vitórias, sentimentos, sensações, tolices, paixões, contemplações...
Mas não consigo. Quero escrever e descrever tudo e guardar para a posterioridade. Mas na altura certa. Quando a euforia já tiver passado e eu tenha discernimento suficiente para escrever tudo em condições. Vale a pena guardar tudo o que aconteceu.
Momentos de lamechice
Quando fico com sono, sou extremamente perigosa. Ou digo tolices à força toda ou fico mesmo muito lamechas. E eu detesto ambas as coisas, dizer tolices e ficar lamechas.
Outro dia, às 3h da manha, com um sono terrível, depois de escrever o post abaixo resolvi manda-lo à sua inspiradora.[Óbvio que não lhe disse que aquilo era um post]
Ela lá no fundo gostou. Mas dispensava tanta lamechice.
Também eu. Mas quando tenho sono, não respondo por mim.
Outro dia, às 3h da manha, com um sono terrível, depois de escrever o post abaixo resolvi manda-lo à sua inspiradora.[Óbvio que não lhe disse que aquilo era um post]
Ela lá no fundo gostou. Mas dispensava tanta lamechice.
Também eu. Mas quando tenho sono, não respondo por mim.
domingo, 21 de março de 2010
Ele pensa como eu, ela completa-me.
Ele [Deus Grego*] pensa como eu.
Ela, a minha melhor amiga que compartilha comigo muito mais do que a data exacta de nascimento, é como eu costumo dizer 'a outra metade da minha alma'. Não a minha alma gémea. Metade da minha alma, mesmo.
E, no outro dia, juntou-se a nós (ele-DG e eu-G.) no projecto em que andamos a trabalhar tão arduamente. Eu e ele tivemos ideias parecidas, concordamos em praticamente tudo e por nós estava tudo bem. Ela, um espírito artístico, trouxe o seu sentido prático para o trabalho. Mostrou-nos coisas que não tínhamos visto e muito menos imaginado. E eu fiquei orgulhosa. Porque quero que os outros vejam nela o que eu vejo.
E ele disse-lhe - Gosto da maneira como tu pensas-
E eu, não posso negar que fiquei algo ciumenta. Um bocadinho, de forma irracional. Mas depois repreendi-me [logo eu que não percebo como os outros não vêm nela tudo aquilo que eu vejo, tudo aquilo que de grandioso ela tem] e fiquei tão orgulhosa da minha menina. Da minha guerreira. Da parte artística que completa a minha parte intelectual. Da minha melhor amiga, a pessoa mais leal que conheço, que admiro imensamente e que é portadora de metade da minha alma. Poéticamente falando, talvez tenha sido mesmo na ala da maternidade. Ou talvez as nossas mães tenham partilhado a mesma sala de partos [a dela de madrugada e a minha à tarde] e alguém de lá de cima, seja do Céu ou do Olimpo, tenha decidido que seria assim. Que seriamos uma alma dividida em metades. Que funcionam as duas na perfeição.
[*Eu sei que DG é mesmo parvo-coisa de pita,perhapps- mas não encontro melhor definição. Pelo menos aos meus olhos.Perdoem-me lá a parvoice sff]
Ela, a minha melhor amiga que compartilha comigo muito mais do que a data exacta de nascimento, é como eu costumo dizer 'a outra metade da minha alma'. Não a minha alma gémea. Metade da minha alma, mesmo.
E, no outro dia, juntou-se a nós (ele-DG e eu-G.) no projecto em que andamos a trabalhar tão arduamente. Eu e ele tivemos ideias parecidas, concordamos em praticamente tudo e por nós estava tudo bem. Ela, um espírito artístico, trouxe o seu sentido prático para o trabalho. Mostrou-nos coisas que não tínhamos visto e muito menos imaginado. E eu fiquei orgulhosa. Porque quero que os outros vejam nela o que eu vejo.
E ele disse-lhe - Gosto da maneira como tu pensas-
E eu, não posso negar que fiquei algo ciumenta. Um bocadinho, de forma irracional. Mas depois repreendi-me [logo eu que não percebo como os outros não vêm nela tudo aquilo que eu vejo, tudo aquilo que de grandioso ela tem] e fiquei tão orgulhosa da minha menina. Da minha guerreira. Da parte artística que completa a minha parte intelectual. Da minha melhor amiga, a pessoa mais leal que conheço, que admiro imensamente e que é portadora de metade da minha alma. Poéticamente falando, talvez tenha sido mesmo na ala da maternidade. Ou talvez as nossas mães tenham partilhado a mesma sala de partos [a dela de madrugada e a minha à tarde] e alguém de lá de cima, seja do Céu ou do Olimpo, tenha decidido que seria assim. Que seriamos uma alma dividida em metades. Que funcionam as duas na perfeição.
[*Eu sei que DG é mesmo parvo-coisa de pita,perhapps- mas não encontro melhor definição. Pelo menos aos meus olhos.Perdoem-me lá a parvoice sff]
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Coisas interessantes,
my VIThings
Eu só quero estar perto dele
Trabalhar com ele é fantástico.Depois de um fase bastante 'adormecida', tudo isto tem-me feito despertar.
Trabalhar com ele nisto, onde ele dá os primeiro passos e eu já sou uma 'veterana', é um prazer enorme.
Estar com ele é óptimo. Conversar com ele também.
A maneira como ele faz as coisas, como ele é atencioso, esperando comigo pelo meu autocarro em vez de ir logo para casa,acabando sempre por se sentar ao meu lado porque 'assim é mais fácil' sempre que eu me sento em frente a ele para trabalharmos. Cada vez que começamos a falar sobre coisas que nada tem a ver com o trabalho e apercebemo-nos disso, olhamos para a folha branca à nossa frente, suspiramos e acabamos por continuar a conversar. Ele diz aquilo em que eu estou a pensar. A exacta palavra em que eu estou a pensar, 2 segundos depois de ela surgir na minha cabeça. Apercebemo-nos que ambos não gostamos das mesmas coisas. E que temos o mesmo sonho/objectivo. Que queremos exactamente o mesmo. Exactamente a mesma coisa. E eu nunca conheci ou imaginei ninguém que também quisesse aquilo que eu quero. Ele diz-me que gosta de falar comigo porque sou inteligente [mutuo]. Brincamos e gozamos. Trabalhamos.
E eu não consigo para de pensar nisto. Quando estou com ele, o tempo passa a voar. Eu estou bem. Sou eu, a G. Com todo o meu potencial. E com isto estou sempre ansiosa pela próxima 'reunião' porque com tudo o que se tem passado na minha turma [tudo aquilo a que eu finjo não dar importância] estar com ele é um bálsamo.
E podia acrescentar outras coisas. Coisas em que eu penso e que não devia pensar porque sei exactamente onde esses pensamentos irão dar. E eu NÃO quero ir por aí.
Prefiro continuar assim. Com o meu Deus Grego/quase-ex-crush[oh God, se ele sonha] como colega porque ele faz-me realmente bem.
E eu não preciso de mais nada.
Os meus colegas são uns queridos [Quando querem...]#4

Na minha turma existem duas alunas com notas superiores às dos outros. Boas notas mesmo. Eu e a Susa.
E os comentários costumam ser estes:
Prof - bla,bla...Houve duas notas muito altas
R- Ah pois as marronas...
Contudo surgiu uma nova modalidade:
R- Oh G, o que é que tiveste?
G - Tive X
R - Oh Susa, o que é que tiveste?
Susa - Tive Y
R - Ainda bem. Fico contente por ter tido melhor nota do que a G.
[Minha gente, eu não quero saber se há notas superiores às minhas. Apesar de eu e a Susa termos notas parecidas, ela merece ter notas superiores. Ela trabalha o dobro do que eu trabalho. Eu não me sinto 'inferior' quando ela tem notas superiores. Ela merece. O que me chateia é tirar notas mais baixas do que as minhas expectativas]
Se eu fico na merda com estes comentários?
Ando quase lá. Mas caso me fosse a baixo tão facilmente por coisas como estas, já cá não estava. E eles só me incentivam a estudar mais porque apesar de me perturbar que alguém fique tão afectado pelas minhas notas, eu quero que fiquem perturbados. Tenho o meu orgulho. E continuar a chateá-los é a única maneira de o manter intacto.
sábado, 20 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Dias assim...
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