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sábado, 12 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Explica-me...
Quando não te vejo, quero-te. Para te ter, para doer, para valer...
Mas depois de digamos 30minutos contigo... Esqueço-me de tudo e és apenas o meu bom amigo.
Fazes-me tão bem que até doi o quanto preciso de ti por perto.
Mas depois de digamos 30minutos contigo... Esqueço-me de tudo e és apenas o meu bom amigo.
Fazes-me tão bem que até doi o quanto preciso de ti por perto.
É mais do que certo...
Eu vou ser a causa minha própria morte!
[Estás atolada de trabalho? Participa em mais coisas, força! Já não tens imensas actividades com que te preocupar nem nada... Nem é importante dormir e estudar... ]
[Estás atolada de trabalho? Participa em mais coisas, força! Já não tens imensas actividades com que te preocupar nem nada... Nem é importante dormir e estudar... ]
Etiquetas:
coisas estupidas,
Coisas interessantes,
Drama
segunda-feira, 7 de junho de 2010
O meu fim-de-semana
Sabádo:
Acordas as 7h da manhã para fazer aquele favor aquele amigo (por gosto nao cansa) e até te divertes porque apesar de no inicio pensares -não se mate se o esfole por me ter metido nisto(o amigo)- ris-te imenso e até achas piada.
À tarde, Corpo Nacional de Escutas, onde te divertes sempre,as promessas são giras mas dão trabalho. Tens um ataque de nervos devido ao progenitor (há coisas que nunca mudam, não é pai?) mas lá consegues ir a casa e em tempo recorde preparares-te para catequese, missa e Velada de Armas.
À noite, Velada de Armas, onde te divertes porque escutas são escutas e sabe bem sentires a essencia do movimento. Adormeces para lá das 23h com a sensação que o dia foi muito comprido.
Domingo:
Acordas às 7h40 com a noticia de que a tua avó morreu. Podes dormir mais uma hora mas é obvio que isso não acontece. Missa às 10h, onde o calor faz novamente efeito e tu com os teus problemas de sobreaquecimento percebes que passar as missas em pé, a fazer aquilo que gostas, vai ter que deixar de ser opção. Beberete que é sempre bom para retemperar forças e rir. Trocas a farda pela roupa de luto, dirigiste ao capitulo, choras. Funeral. Missa. Casa da avó materna. Rir.
Casa. Dormir.
Segunda:
Aproveitas a falta justificavel com a morte da avó para descansar e acabar o trabalho que era suposto teres começado na altura do funeral. Acordas às 11h. Tens o trabalho para fazer.
E qual a pergunta que fazes a ti própria(enquanto estás na net e não a fazer o trabalho)?
Como é que vou levantar-me cedo amanha?
Acordas as 7h da manhã para fazer aquele favor aquele amigo (por gosto nao cansa) e até te divertes porque apesar de no inicio pensares -não se mate se o esfole por me ter metido nisto(o amigo)- ris-te imenso e até achas piada.
À tarde, Corpo Nacional de Escutas, onde te divertes sempre,as promessas são giras mas dão trabalho. Tens um ataque de nervos devido ao progenitor (há coisas que nunca mudam, não é pai?) mas lá consegues ir a casa e em tempo recorde preparares-te para catequese, missa e Velada de Armas.
À noite, Velada de Armas, onde te divertes porque escutas são escutas e sabe bem sentires a essencia do movimento. Adormeces para lá das 23h com a sensação que o dia foi muito comprido.
Domingo:
Acordas às 7h40 com a noticia de que a tua avó morreu. Podes dormir mais uma hora mas é obvio que isso não acontece. Missa às 10h, onde o calor faz novamente efeito e tu com os teus problemas de sobreaquecimento percebes que passar as missas em pé, a fazer aquilo que gostas, vai ter que deixar de ser opção. Beberete que é sempre bom para retemperar forças e rir. Trocas a farda pela roupa de luto, dirigiste ao capitulo, choras. Funeral. Missa. Casa da avó materna. Rir.
Casa. Dormir.
Segunda:
Aproveitas a falta justificavel com a morte da avó para descansar e acabar o trabalho que era suposto teres começado na altura do funeral. Acordas às 11h. Tens o trabalho para fazer.
E qual a pergunta que fazes a ti própria(enquanto estás na net e não a fazer o trabalho)?
Como é que vou levantar-me cedo amanha?
De maneira que isto é assim...
Um dia faz calor até não poder mais...
No dia seguinte está tudo nublado...
Já é um começo!
No dia seguinte está tudo nublado...
Já é um começo!
Familia e familia [para distinguir]
Podia falar da morte da minha avó paterna que morreu há dois dias. Mas apesar de ter custado neste blog não vão ouvir nenhum lamento sobre isso. Ela pouco me dizia. Não éramos nada próximas. Ela era (verdade seja dita) uma bruxa como as dos contos de fadas. Mas família é família logo que descanse em paz.
Mas a minha família materna ,apesar de todos os seus defeitos, esteve lá. Na impossibilidade da minha mãe estar presente e com todo o rebuliço da funerária onde esteve a minha família paterna, prontificaramse a ajudar, a estar lá, a reconfortar-me ou como disse a minha avó materna, a 'amparar-me'. Apareceram quase todos. Não me deixaram sozinha com um pai que não é digno desse nome, com uns tios desnaturados e com uma prima que faz o melhor que pode mas que não chega lá. E até a minha irmã, luz da minha vida, apesar de não visitar a minha avó paterna há 3 anos, de não se relacionar com a família paterna e de não ter especial apreço pelo nosso pai, apareceu no velório porque eu pedi. Estiveram lá por mim!
Ri antes e depois do velório e do funeral porque a morte desta pessoa não me tocou especialmente. Mas no capítulo e na igreja foi duro. A morte assusta-me. Faz-me chorar como uma desalmada. Seja um conhecido ou um desconhecido.
É claro que não é agradável saber que a minha avó morreu. Mas mais de metade das minhas lágrimas não foram por ela.
Foram pela minha Família (com F para distinguir da paterna) que esteve lá e que, como eu sei, um dia vai deixar de estar porque também irão falecer. E nesse dia, meus queridos, é para morrer...
Mas a minha família materna ,apesar de todos os seus defeitos, esteve lá. Na impossibilidade da minha mãe estar presente e com todo o rebuliço da funerária onde esteve a minha família paterna, prontificaramse a ajudar, a estar lá, a reconfortar-me ou como disse a minha avó materna, a 'amparar-me'. Apareceram quase todos. Não me deixaram sozinha com um pai que não é digno desse nome, com uns tios desnaturados e com uma prima que faz o melhor que pode mas que não chega lá. E até a minha irmã, luz da minha vida, apesar de não visitar a minha avó paterna há 3 anos, de não se relacionar com a família paterna e de não ter especial apreço pelo nosso pai, apareceu no velório porque eu pedi. Estiveram lá por mim!
Ri antes e depois do velório e do funeral porque a morte desta pessoa não me tocou especialmente. Mas no capítulo e na igreja foi duro. A morte assusta-me. Faz-me chorar como uma desalmada. Seja um conhecido ou um desconhecido.
É claro que não é agradável saber que a minha avó morreu. Mas mais de metade das minhas lágrimas não foram por ela.
Foram pela minha Família (com F para distinguir da paterna) que esteve lá e que, como eu sei, um dia vai deixar de estar porque também irão falecer. E nesse dia, meus queridos, é para morrer...
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Há acólitos demasiado giros...
Estar na missa a admirá-los é que é capaz de não ser muito ético nem moral...
As partidas do Facebook
domingo, 30 de maio de 2010
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